9+1 e esquivando-se da gripe

Boas tardes,

restam duas semanas para começar a temporada competitiva e a um é-lhe os nossos cabelos só de pensar que nos próximos 6 meses, as competições irão passar uma atrás da outra sem parar.

Começo com a Maratona de Sevilha, no próximo dia 24 de Fevereiro, onde o objetivo que eu tenho reparado é correr em 1h55min… Poderia ser mais rápido?, é claro que, considerando a hora e cinqüenta minutos do ano passado, mas claro, não houve interrupção de uma época para a outra…

De momento, a coisa vai muito bem com quase 1800Km e 120 treinos, considerando, além disso, que daqui a sevilha vão cair outros 500Km mais e cerca de 20 treinos, sairemos de citação espanhol com um volume de trabalho aceitável… com O objetivo de Maio 250 treinos e cerca de 4500Km para já ser um Assassino.

Esta semana eu posto em marcha o 9+1, que consiste basicamente em dormir 9 horas antes da primeira sessão de treino e uma horita de sesta durante as tardes, além disso, sofremos em casa as consequências da gripe e… de momento me livrei… Francamente, se você não dorme 9-10 horas por dias sofre de anemia e não é questão de nos tragar pelas estradas.

Ontem a noite eu tive um treino para ir abrindo a boca e tomar o gosto a sensação de correr em ritmo de maratona (72-75% Vo2max)… fiz 10Km de aquecimento com muito vento e seguidos por 4×3000m em ritmo de maratona… todos foram de menos a mais e recuperando dois minutitos a um trote leve, além disso, ao chegar em casa fiz 45 minutos de trabalho de força geral, em regime de pós-fadiga, isto é, se se atende ao treinamento de maratona a partir de uma perspectiva intracelular, devemos colocar estas a trabalhar nas condições que vão encontrar quando tenham decorrido muitos quilômetros de corrida.

Hoje completei um treino que eu gosto e me fascina, é mais, é baseado em dois carismáticos Suecos (e Terá Olander) criaram há já quase meio século, o clássico Fartlek, o que eu gosto de chamá-lo de formação contínua de transição-aeróbica e nos 50Km de hoje, além de ter concluído este treino por encostas muito consideráveis, mantiveram-se durante cerca de três horas intensidades de corrida que oscilavam entre o ritmo de maratona, e um ritmo próprio de testes de 5-6 horas (100Km)… nestes treinos, eu gosto de colocar em prática a ingestão que vou fazer no café da manhã antes da maratona, a qual tende a ser, basicamente, um 80% de hidratos de carbono e reduzir o teor de fibras de forma extrema. Um cafetito açucarado, 100gr. de pão e azeite com peito de peru e pisos acompanhá-lo de um bolo de cerca de 50g. Para mim funciona muito bem, e as alterações não faço muitas vezes com as coisas que me vão bem.

Durante o treinamento de solo ingestão de água (as bebidas isotónicas me dão muita sede) a cada 7-10Km e em função da duração do mesmo, no minuto cem tomo um gel de polissacarídeos para aumentar a glicemia e logo ao chegar do filme, de outro gel de polissacarídeos e um shake rico em carboidratos, aproveitando o que os nutricionistas chamam de “janela metabólica”.

Eu disse, me encontro muito bem e estou contente e satisfeito, como vai passar a temporada.

Saudações atléticas,

Santi

Im no twitter man @santirun

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