A few thoughts on the European Congress of Adapted Physical Activity (EUCAPA) / Reflexões sobre o Congresso Europeu de Atividade Física Adaptada (EUCAPA)

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It was great to take part at the EUCAPA 2014 which was held in Madrid four weeks ago.

I wanna make some reflections about my learning experience and some conclussions I have taken.

If We wanna talk about inclusão some terms as (disable, disability, handicap, …) must be avoid. We have to start using terms as persons with different abilities, We also have to be really “careful” when we write papers, talking about healthy existir a probabilidade and non healthy is not to be exclusive is to be”huge exclusive”.

What does it means to be inclusive? It is so simples, just not making distinctions between people… ” Everybody must be include in the same bag, that is another reason for what We have to think if using in some sports the prefix “para”, is an exclusive or an inclusive way as “paracycling, paratriathlon,…”.

Main problem in sport and physical activity for people with different abilities is that We are forgetting the base of the sport and We are mainly in focus elite sport, We dont even consider the recreational sport, its all in focus competing, so its time to consider if We have to push kids to an active way of living with a completely inclusive sport program, which make them part of the rest of children without distinctions, just adapting rules to the special needing We have.

As far as my intervention was focused in the problem with the development of the sport in the base of the piramid and the persons with more severe “different abbilities” who are been moving out from Paralympic Games in my sport (Track and Field), where total blind athletes and high tetras (15000 new cases in the USA every year) are been devastated by system which use stats as a tool to determine what events will be part of the Paralympic Games program and not actualização que vale apena considerar that total blind athletes or high tetras need a human being who help them to train, jump in the racing or field chair, wearing their luva,… for practicing the sport so will never get as big numbers as partipants as the stronger classes (mild different abbilities classes) and that means applying stats is a huge mistake, not even actualização que vale apena considerar that lower classes should be the most protected one!

Regarding an intervention I had with Yves Vanlandewijc I just want to say that a classification system, which mixed in corrida de cadeira de rodas events thoracic or lombar paraplegics with legs amputees, pólio or spina bifida, its a non justa system because the relative power output generated by an amputee, pólio or spina bifida will be much higher and right at the end of the event the paraplegic will develope a lower speed due to the relation between speed and power generated… and please Im not talking about stability , Im talking about power generating. As a reference read the paper from Van der Woude, LH et al (1995).

Talking about inclusão means not only talk… Means Act!

All the best,

Santi

@santirun

Foi maravilhoso participar do EUCAPA 2014, realizada há quatro semanas em Madrid.

Quero fazer várias reflexões sobre a minha experiência didática e algumas conclusões que tirei.

Se queremos falar de inclusão, devem-se evitar termos como (invalidez, velhice, deficiência,…). Temos que começar a usar termos como pessoas com diferente capacidade. Também temos de ser cuidadosos na hora de redigir artigos científicos “papers”, quando regularmente se fala de sujeitos saudáveis e não saudáveis, isso não é ser exclusivo, isso é ser “extremamente exclusivo”.

O que significa ser inclusivo? É muito simples, basta não fazer distinções entre pessoas (…) Todos os indivíduos têm de ser incluídos no mesmo saco, este é outro motivo pelo qual devemos pensar se usar prefixos como “para”, é uma forma de ser exclusivo ou inclusivo “paratransportar, paratriatlón,…”.

O principal problema no esporte e atividade física para pessoas com diferente capacidade, é que se está esquecendo o desporto de base e nos concentramos exclusivamente no esporte de elite, nem sequer temos em conta o esporte recreativo, tudo se concentra em competir, então temos que considerar se há que incentivar as crianças a um modelo de vida ativo, com um programa desportivo completamente inclusivo, que os faça parte do coletivo sem distinções, simplesmente adaptando as regras para as necessidades especiais que temos.

Em tanto que a minha intervenção centrou-se no problema com o desenvolvimento do esporte na base da pirâmide e também em pessoas com diferentes capacidades mais severas (menos autónomas), as quais estão sendo expulsas dos Jogos Paralímpicos em meu esporte (atletismo), onde os atletas com cegueira total e os tetraplájicos (15000 novos casos anualmente nos EUA) estão sendo aniquilados por um sistema que utiliza a estatística como ferramenta para determinar eventos que farão parte dos Jogos Paraolímpicos, sem ter em conta que os atletas com cegueira total ou tetrapléjicos, precisam de uma pessoa para ajudá-lo a treinar, conduzir sua cadeira de corrida ou de lançamentos, entre suas luvas, etc., para praticar o seu esporte, desta forma, nunca haverá o mesmo número de participantes que nas classes altas (categorias de pessoas com diferente capacidade mais leves). Isso significa que aplicar o critério estatístico, é um enorme erro, sem nem mesmo considerar que as classes mais baixas deveriam ser as mais protegidas!!!

Em referência à intervenção que tive com Yves Vanlandewijc, simplesmente dizer que um sistema de classificação que mistura atletismo em cadeira de rodas (corrida) para paraplégicos (dorsal e lombar) com amputados de perna, pólio ou espinha bífida, não é um sistema justo porque a potência relativa gerada por um atleta amputado com poliomielite ou espinha bífida será muito maior e, no final do evento (sprint final) o atleta paraplégico desenvolver uma velocidade menor, devido à relação existente entre a velocidade e a potência gerada… e por favor, não falo de estabilidade, falo de gerar potência (aludindo à sua resposta). Como referência, leia o artigo de Van der Woude, LH et al (1995).

Falar de inclusão não significa apenas falar… significa agir!

Tudo de melhor!

Santi

@santirun

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