Controle de Variáveis Fisiológicas para evitar a queda em Altitude

Há alguns anos, eu vi em um Congresso, o seu nome “Julien Brugniaux”. Me chamaram a atenção os seus métodos para detectar a fadiga dos atletas que treinavam em altitude moderada <3500msnm.

Qual é o erro que continuam a cometer os treinadores que planejam estadias em altitude ≥2000msnm?

Como debatimos meu tutor o Dr. López Grosso e eu durante a minha estadia no altiplano andino (3900 a 4100msnm) o Que prevalece os parâmetros hormonais, hematológicos, os cardiocirculatorios, os metabólicos… ? Existe concordância entre todos eles? Se a estadia é visto principalmente condicionada por um desequilíbrio ortosimpático de tipo vagal como O resto de parâmetros seguem essa queda? Se não a seguem, mas o atleta denota cansaço há que seguir exprimiéndolo?

Como devemos entender as respostas autonômicas quando temos em estadias de homens e mulheres? Uma vez que autores como Carter, J. B. e colaboradores no artigo “Effect of Endurance Exercise on Autonomic Controle of Heart Rate” Sports Medicine (2003), revelam que as diferenças existem e, portanto, não podemos fazer inferências causais esta variável de forma conjunta.

Agora bem! Vamos em profundidade o elemento-chave, o que continua sendo o grande problema deste campo. Em várias salas, é muito atraente para que os atletas estão constantemente realizando análises de sangue, para verificar os parâmetros hematológicos e bioquímicos, alguns treinadores, até chegar ao êxtase quando ouvem ureia … Pois com estes parâmetros estão atrasados (desde que não mudam imediatamente), e, além disso, esse último está muito condicionado pela desidratação, assim como objetivar algo que não é objetivo! Há que ser prático, delimitar parâmetros não invasivos, não caros de analisar e dar informação relevante e IMEDIATA, flexibilizar o planejamento de treinamento e atender a essas respostas afiadas para adaptar as cargas de treinamento.

É importante colocar no compromisso com a maioria dos sistemas orgânicos em altitude moderada e extrema, mas isso só deve acontecer com fins pesquisadores, para o nada com os atletas que tentam otimizar o seu desempenho com estadias em altitude, por isso, a altitude extrema, a qual continua a ser um domínio desconhecido, alto desempenho, deve ser evitada por atletas, pois as respostas orgânicas que, sob a sua condição se obtêm, tendem a ser anormais e não-lineares.

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Existem muitas questões que de momento aqui na cordilheira Dos Andes ficaram no ar… nós vamos Continuar investigando para resolvê-los o quanto antes!

Saudações andinos,

Santiago Sanz

Im a twitterman @santirun

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