De campeões e patrocínios | O peixe Rapaz come o grande

Como cada mês, tenho a honra de abrir a revista com o meu comentário. Na revista de junho (cujos principais itens que você pode conhecer aqui), eu queria falar de patrocínios esportivos. Aqui você pode lê-lo em sua integridade. Já dai-me a vossa opinião.

“Não quero parecer um irrealista e vá de saída que todos (os primeiros nós com a revista), o que queremos é vender. Nenhuma empresa vai pedir-lhe que invista o seu dinheiro em um patrocínio que não tenha um retorno e nenhum de nós estranha ver em quase todos os anúncios Iniesta, Cristiano, Pau Gasol, Marc Márquez, a Rafa Nadal ou Fernando Alonso. Por certo, as meninas, apesar de os últimos anos são as que mais estão contribuindo com o saque de vitórias internacionais, continuam tendo um papel secundário e os contratos por exemplo Mireia Belmonte ou Carolina Moreira de seus resultados.
É verdade que há preciosas exceções, como a Liberty Seguros, com o projeto “saem” que deu tratamento de estrelas para os atletas paraolímpicos, mas ainda são poucas as empresas que apostam mais nos valores do esporte que os focos e as câmaras das estrelas que mais brilham (e, pois, a dizer tudo, também pelo acesso às áreas vips em eventos).

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O grande SuperPaco

Sevilha, 21/02/2016. Foto: João José Ubeda. Zurich Maratona de Sevilha 2016. Chegada de José Manuel Roa a linha de chegada juntamente com o seu filho Paulo, na cadeira de rodas e vítima da síndrome de West, com debilidade motora e cerebral.

. Chegada de José Manuel Roa a linha de chegada na Maratona de Sevilha, junto a seu filho, Paulo, em cadeira de rodas e vítima da síndrome de West, com debilidade motora e cerebral.

Não é a nossa sociedade, para muitos gastos, já que temos que concentrar os recursos no essencial (educação, saúde e assistência social), mas continua com saudades de uma lei que realmente seja atraente para que as empresas se molhar com os esportes menos conhecidos e dos esportes menos populares (que não piores, cuidado). Além de conhecido até agora que tem servido, muitas vezes, mais do que para montar grandes eventos esportivos para o que tem valido é que para alguns se montar grandes negócios.
Um raio de esperança é ver como se avalia nas redes sociais a pessoas com SuperPaco, José Manuel Roa e suas maratonas levando seu filho Paulo e outros tantos atletas anônimos que não saem nas notícias mas para muitos de nós são os nossos verdadeiros ídolos”

@franchicosport

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