Descobrindo a defesa | Mulher e esporte: Marujas Sport Life

em fevereiro Deste ano, escrevi um artigo muito curioso para o repórter na Sport Life, tinha de experimentar uma aula de defesa pessoal feminina, e na redação só somos 2 meninas, e Sara yudoka com 3 olimpíadas costas, ia pecar um pouco de abusona na primeira classe de iniciantes, assim que me tocou a minha. Lá me fui ao HKFitness Club de Madrid, com a minha roupa de correr e uma sensação estranha de que o Que faz uma maratona como eu em uma classe como esta? Q ues vos conto a minha experiência:

Não se pode dizer desta água não beberei, porque…eu gostei tanto da primeira classe que eu mais visado e já estou aqui há um mês aprendendo a me defender e a divertir-me dois dias por semana. Estou sempre atenta, é a minha nova descoberta e de verdade que eu amo isso da Defesa porque…

As aulas de defesa pessoal são o mais diferente de qualquer tipo de treinamento de tropas, reunientão você ter que estou acostumada, o meu é o aeróbico, resistência e fundo são as minhas especialidades como: corrida, natação, bicicleta de montanha, estrada, o que quer que seja, contanto que dure mais de uma hora e se pode fazer a um ritmo tranquilo, de preferência falando com um compilou ou ouvir música…E aqui me tendes, aprendendo técnicas de defesa e acertando e parando de bater com Eira, minha nova e sofrendo companheira de luta.

Sou bastante pato, meus profes Alex e Ivan são pacientes com nós e nos vão corrigindo pouco a pouco, mas temo que comigo vão ter trabalho extra. O meu problema é que eu não penso nada antes de agir, vou direto a bater no quanto me atacar e eu não paro para pensar qual é a técnica que estamos trabalhando e qual é a forma mais inteligente para acabar com o contrário. Vamos que sou uma louca e a minha paciente companheira Eira cada dia eu faço um azul novo, mas nós nos dávamos bem e rimos bastante e ainda por cima, estamos aprendendo algo de útil e colocar na forma.

Agora estou totalmente injectar algo muito novo para mim e que consiste em aprender a se defender e a atacar antes de sair correndo (pelo menos isso me soa) e eu recomendo que probéis porque vale a pena. É uma forma de mover os músculos do seu corpo com os que não trabalha habitualmente, trabalhar com a coordenação e o equilíbrio e adquirir um pouco de auto-confiança feminina que nunca vem mal.

E é o que vos conto, felizmente só tive um susto gordo como corretora no solo. E foi um dia normal para as 3 da tarde no Retiro. Um ‘elemento’ me perseguiu até a redação do Sport Life, faca na mão e durante os 6 minutos mais longos de minha vida. Meu único erro foi avisar a um casal que estava se beijando de que eles estavam roubando a carteira do bolso. O ladrão se cabreó bastante e começou a me perseguir por Remoção, pelo que optei por continuar correndo até Atocha, onde trabalhamos, ilusa de mim pois nunca imaginei que corria bem. As dores musculares do dia seguinte, me mostraram que eu tinha feito o meu melhor série em um 1.500, e do susto, não voltei a correr pela Remoção sozinho em um ano.

Com estas classes não me sinto preparada para fazer face a um indesejável com uma navalha na mão, eu continuo pensando que correr é a melhor mão, mas…e se é mais rápido…e se me pega, pois agora pelo menos posso tentar me defender e fazer algo que pelo menos a criança e lhe faça pensar que não vale a pena atacar corretoras, eu não sei, espero que não me ver nessa situação nunca, só me dá uma certa confiança, saber que já não sou tão indefesa.

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